Efêmera ilusão
Sinto-me devorada por cada palpitar de pensamento!
Sinto-me consumida pelo amor não amado, nem vivido,
Ou até quem sabe vivido em suas últimas reentrâncias
Sem quiser ter sido tocado!
Sinto-me envolvida por uma efêmera ilusão sem cor,
Que só não deixa de ser iludida...
Por que mesmo ela não deixa de ser iludida?
Vai-te!- já disse, não temos mais tempo,
Esse parece consumir-se com a intensidade de meus pensamentos.
Chega! Não há mais o que fazer, essa linda e tenra estação foi levada pelo vento,
Pelo forte vento que passou por aqui...de mãos dadas com o tempo!
Ah, meu caro, levarei-te na lembrança e no coração
Acompanhado da mais linda canção e dos mais lindos versos que nunca foram ditos!
(Ana Catarina)
Sinto-me consumida pelo amor não amado, nem vivido,
Ou até quem sabe vivido em suas últimas reentrâncias
Sem quiser ter sido tocado!
Sinto-me envolvida por uma efêmera ilusão sem cor,
Que só não deixa de ser iludida...
Por que mesmo ela não deixa de ser iludida?
Vai-te!- já disse, não temos mais tempo,
Esse parece consumir-se com a intensidade de meus pensamentos.
Chega! Não há mais o que fazer, essa linda e tenra estação foi levada pelo vento,
Pelo forte vento que passou por aqui...de mãos dadas com o tempo!
Ah, meu caro, levarei-te na lembrança e no coração
Acompanhado da mais linda canção e dos mais lindos versos que nunca foram ditos!
(Ana Catarina)